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Mais um caso de febre amarela em humano foi confirmado em Santa Catarina, nesta segunda-feira, 3 de fevereiro, pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive/SC). Este é o segundo caso  diagnosticado este ano no Estado. O paciente, de 40 anos, é de Jaraguá do Sul, mas está internado no Hospital Nereu Ramos, em Florianópolis, unidade referência de infectologia em Santa Catarina. O diagnóstico foi confirmado pelo Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen/SC). O paciente não tem registro de vacina no Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações. Segundo o setor de Vigilância, desde o início deste ano já foram encontrados nove macacos mortos em Jaraguá do Sul, todos da espécie Bugio, entre os bairros Rio Cerro e Rio da Luz, zona de mata. No entanto, em apenas três deles foi possível coletar amostras para envio ao Laboratório Central da Vigilância Epidemiológica do Estado, em Florianópolis. O óbito de macacos em determinada área é um dos principais indícios de circulação do vírus, servindo como um alerta.
16 mil não se vacinaram 
Desde 2018, a Secretaria de Saúde de Jaraguá do Sul intensificou o trabalho de combate à febre amarela, doença que até então parecia erradicada no Brasil. Nas chamadas zonas da mata, técnicos da Secretaria foram de casa em casa para aplicar a vacina. Além disso, campanhas de divulgação, vacinação nos supermercados e horários especiais nos postos de saúde foram adotados. Entretanto, apesar de todos os esforços e campanhas realizadas, a estimativa é que cerca de 16 mil jaraguaenses ainda precisem se vacinar. O alerta é para que essas pessoas procurem um posto de saúde e verifiquem sua situação. Quem tem mais de 60 anos deve conversar com um médico ou enfermeiro antes de tomar a dose.
A doença
A febre amarela é uma doença grave, transmitida por mosquitos em áreas silvestres e próximas de matas. A vacinação é a melhor forma de se proteger da doença. A vacina é gratuita.
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