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Em boletim divulgado nesta semana, a Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (DIVE-SC) trouxe novo alerta aos moradores do Norte do Estado: o vírus que transmite a Febre Amarela pode estar circulando na região.
No último dia 26 de dezembro, um macaco foi encontrado morto em uma área de mata da Vila Isabel, em Corupá, o que deixou a Secretaria Municipal de Saúde de sobreaviso: os primatas são hospedeiros dos mosquitos que transmitem a doença. A morte de macacos pode indicar que a doença esteja presente na cidade. O animal foi recolhido e o material coletado foi enviado ao Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen), que fica em Florianópolis. O órgão estadual tem de 30 a 40 dias para divulgar os resultados dos exames ao Município, e confirmar se o macaco estava – ou não – infectado. A secretária de Saúde de Corupá, Bernadete Côrrea Hillbrecht, lembra que a única forma de prevenir a doença em humanos é tomando a vacina. Não há outra forma de prevenção.
A orientação é para, quem não se imunizou ainda, procurar a Unidade Básica de Saúde do Centro, que fica na Rua Nereu Ramos, 401. A sala de vacinas, em janeiro, está atendendo das 7h15 às 12h45. A partir de fevereiro, o horário amplia para 7h45 às 11h15, e 12h30 até 16h15.

Mais de 10 mil pessoas imunizadas

Desde 1994, quando o Município iniciou a vacinação contra a Febre Amarela, 10.827 pessoas foram vacinadas em Corupá. O número é considerado alto, diz Bernadete. Ainda no ano passado, a Secretaria Municipal de Educação também exigiu na matrícula das crianças a vacinação contra a Febre Amarela.  A enfermeira da Vigilância Epidemiológica de Corupá, Dayana Joice Mahs de Freitas, também lembra que crianças de quatro anos devem tomar um reforço da vacina contra a doença neste ano. A orientação veio diretamente do Ministério da Saúde. O Município precisa imunizar 212 crianças desta idade. Os pais também devem levar os pequenos ao posto de saúde do Centro. Neste caso, é importante ter a carteirinha de vacinação dos filhos em mãos.

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