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Responda rápido: você teria força e coragem suficientes para pegar uma bicicleta e ir até o Uruguai, numa viagem de dias, exaustiva e cheia de desafios? Certamente, a maioria dos leitores responderia que não, mas dois corupaenses planejaram cada momento da viagem e fizeram de uma loucura para muitos, a realização de um sonho. Para contar essa história, recorremos a Letícia Fischer Duarte Correa, 27 anos, esposa de Joábe Duarte Correa, 30 anos. Os dois e o filho do casal, Leonardo, moram no bairro Rio Novo, interior de Corupá,. Foi dele a ideia “maluca” de realizar um sonho de anos e, de quebra, contou com o apoio incondicional do irmão, Jonadabe Duarte Corrêa, e claro, de toda a família. A viagem que iniciou no último dia 4, foi planejada há alguns anos. Conta Letícia que seu esposo sempre gostou de pedalar e os dois habitualmente, faziam trilhas juntos. Mas o relevo de Corupá, com suas ladeiras intermináveis e descidas assustadoras, parece não ter sido suficiente para Joábe que almejava “voos” mais altos. Funcionário dedicado da Weg há 14 anos, certa vez assistia a um filme que tratava sobre desafios e disse à esposa que o acompanhava no “cineminha de casa” que um dia faria isso. Sua obstinação começou a criar forças e incentivado também pelos colegas de trabalho que vez por outra pedalavam juntos, trocou a bike antiga que já possuía há mais de 3 anos, por outra em melhores condições, mas não nova, e começou a moldar o seu sonho. “Eu quero ter uma história para contar”, dizia ele a Letícia. Claro que a nova aquisição, por mais conservada que estava, não suportaria uma viagem tão longa até Montevidéu, capital do Uruguai, então Joábe precisou investir na aquisição de peças reforçadas para equipar a bike e outros equipamentos necessários para suportar a jornada. Lá se foram mais de R$ 3 mil do orçamento familiar.

O planejamento

Com ideia fixa na cabeça, Joábe firmou o seu propósito e conversando com o seu gerente da Weg, pediu que suas férias não fossem fatiadas porque precisaria do período integral para realizar a viagem. Com a concordância do superior, trabalhou sem qualquer interrupção durante este ano e planejou cada detalhe da jornada. Comprou remédios, alguns itens básicos, pegou um pouco de dinheiro, chamou o irmão e juntos, partiram para a realização do sonho que neste momento, já não era só dele, mas sim, de toda a família e um monte de amigos que torciam para que a viagem ocorresse dentro do planejado e não é que deu tudo certo? A jornada a duas rodas não começou exatamente em Corupá, mas sim em Florianópolis, onde reside o irmão, e para onde foram levados de carro foi de carro pelos pais, Paulo João Corrêa e Maria Glaci Duarte Corrêa. Conta Letícia, esposa de Joábe, que os dois se falavam diariamente, onde ele relatava detalhes da viagem, os desafios, o cansaço, mas nunca reclamava. “Num só dia, eles tiveram que percorrer mais de 250 quilômetros porque não encontravam um local ideal para dormir.” Claro que não estamos falando de hotel, com cama confortável e ar condicionado ligado, mas sim uma área de camping que oferece o mínimo de segurança possível. “Eles viram muito verde, paisagens exuberantes e muitas pessoas hospitaleiras. Estou ansiosa para reencontrá-lo, matar a saudade e conhecer cada detalhe dessa viagem que foi mais que uma loucura, mas a realização de um sonho. Na vida, precisamos acreditar em nós mesmos, nos nossos ideais e em tudo aquilo que nos sentimos

Pouco antes da aventura, Joábe, a esposa, Letícia e o filho, Leonardo, visitaram a rota das cachoeiras.
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