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quarta-feira, abril 24, 2024

Jovens Aprendizes do Grupo Lunelli participam do Prêmio Sul Moda Inclusiva

GeralJovens Aprendizes do Grupo Lunelli participam do Prêmio Sul Moda Inclusiva

Estudantes de design e moda de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul, finalistas da edição de 2019 do Prêmio Sul Moda Inclusiva, apresentaram as criações em roupas e acessórios adaptados para PCDs (Pessoas com Deficiência), na última sexta-feira, 29 de novembro, em Florianópolis.nnA premiação é uma iniciativa do Instituto Social Nação Brasil, com apoio do Senai. O prêmio tem como objetivo promover o debate sobre moda diferenciada e também incentivar a criação e produção de soluções e propostas para o vestuário de PCDs.nnAlunos que frequentam a aprendizagem industrial de Costureiro Industrial do Vestuário e Assistente de Produção na Confecção de Roupas do Senai Guaramirim, integrantes do programa Jovem Aprendiz do Grupo Lunelli, estiveram entre os finalistas estaduais.nnUm deles foi o Abner Messias Neri, que se inscreveu para a sétima edição do evento quando ainda fazia o curso de Costureiro Industrial do Vestuário, em julho deste ano. O estudante convidou outra jovem aprendiz do Grupo, Giovana Fernandes Trocolini, portadora de Síndrome de Down, para desfilar as peças durante o evento.nnAlém de contar com os representantes disputando o prêmio, o Grupo cedeu materiais para a confecção de roupas do desfile. A companhia também é a primeira empresa a incentivar a inclusão de pessoas com Síndrome de Down no projeto Jovem Aprendiz, em parceria com o Senai Guaramirim.nnResultado da premiação:n1º lugar – Laryssa Dias (Senai Guaramirim/SC)n2º lugar – Julia Santos (IFSC Jaraguá do Sul/SC)n3º lugar – Karina Dalagno (Católica Joinville/SC)n4º lugar – Jovana Correa (Senai Jaraguá do Sul/SC)n5º lugar – Milaine Iatzackt (Senai Brusque/SC)nnnModa Inclusiva no BrasilnA moda inclusiva não se refere apenas ao processo de confecção de roupas adaptadas para pessoas com deficiência. Muito mais do que isso, o objetivo é simplificar o ato de vestir, considerando as necessidades físicas e psicológicas de cada um. Aliando moda e inclusão, o PCD pode usar o que mais agrada, de forma adequada ao corpo, o que garante autoestima e liberdade. De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), atualmente 6,7% da população brasileira convive com alguma deficiência. Dado que reforça a importância de iniciativas concedam oportunidade e inclusão.

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