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Os vereadores de Jaraguá do Sul rejeitaram, por oito votos contrários, um favorável de Anderson Kassner e uma abstenção de Celestino Klinkoski, o veto total do Executivo ao Projeto de Lei Nº 90/2019, de autoria da Mesa Diretora da Câmara, que dispõe sobre o “Reajuste Sobre a Remuneração aos Servidores do Poder Legislativo do Município de Jaraguá do Sul”. A proposição estabelece o reajuste de 2%, a partir de 1º de abril de 2019, aos servidores do Poder Legislativo Municipal, considerando-se o mês de março/2019 como base para cálculo de tal percentual. Justificando o veto, o prefeito ressaltou a impossibilidade de o Poder Executivo conceder a todos os seus servidores o mesmo percentual de reajuste mediante lei de sua iniciativa para que houvesse equiparação entre todos, mas reconhece que “na Câmara Municipal, o Projeto de Lei em análise abrange pouco mais de cinquenta servidores, e, no Poder Executivo, quase quatro mil servidores”. Na sessão também foi derrubado, por unanimidade, o veto total do prefeito ao Projeto de Lei Nº 95/2019, da Mesa Diretora da Câmara, que “Concede Reajuste Sobre o Auxílio-Alimentação no Âmbito do Poder Legislativo Municipal”. Pela proposta fica concedido reajuste de 5% sobre o auxílio-alimentação dos servidores públicos ativos da Câmara Municipal, a partir de 1º de maio de 2019, considerando-se o mês de abril/2019 como base para o cálculo de tal percentual. “Nós temos orçamento. Respeitamos o Executivo. É o prefeito que deve saber se tem condições, se pode dar ou não, aumento aos seus servidores. O judiciário deu 18% de aumento aos servidores e não perguntou pra ninguém se podia dar ou não. Não há nenhuma divergência entre os poderes, cada um com sua autonomia”, ressaltou o presidente da Câmara Marcelindo Carlos Gruner.

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