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Os três caçadores que foram presos na manhã de ontem (15) pela polícia militar ambiental de Joinville, em Corupá, flagrados com munições, armas de fogo e 13 aves silvestres, mantidas em cativeiro, deverão passar por audiência de custódia entre hoje (16) e amanhã.

O procedimento é quando os detidos são levados à presença do juiz que pode determinar que sejam mantidos presos ou que respondam o processo em liberdade. Segundo o estatuto do desarmamento, no seu artigo 12. “possuir ou manter sob sua guarda arma de fogo, acessório ou munição, de uso permitido, em desacordo com determinação legal ou regulamentar, no interior de sua residência ou dependência desta, ou, ainda no seu local de trabalho, desde que seja o titular ou o responsável legal do estabelecimento ou empresa: Pena – detenção, de 1 (um) a 3 (três) anos, e multa. No caso da caça ilegal de animais silvestres, a detenção é seis meses a um ano, mais multa. Em tese neste último caso, os envolvidos assinaram um termo circunstanciado e também responderiam em liberdade. No entanto, se os dois crimes forem somados, a polícia civil deve instaurar inquérito policial que concluído, é encaminhado à justiça para eventual ação penal.

O Crime

 

Três caçadores foram presos na manhã de ontem (15) pela polícia militar ambiental de Joinville, em Corupá, flagrados com munições, armas de fogo e 13 aves silvestres, mantidas em cativeiro. A operação ocorreu após denúncias anônimas realizadas à instituição e com base nas informações, os agentes monitoraram e identificaram os acusados. A partir daí, houve o encaminhamento de um relatório ao Ministério Público que solicitou e conseguiu da justiça, mandados de busca e apreensão, cumpridos ontem. Além das aves, foram apreendidas 10 armas de fogo, uma delas conhecida como canhãozinho, 295 munições, quatro animais silvestres mortos, armadilhas, dois rádios comunicadores, três e vários apetrechos para recarga de munições. Os três foram envolvidos detidos em flagrante por posse ilegal de munições e armas de fogo e encaminhados à delegacia de polícia de Jaraguá do Sul.

 

 

 

 

A operação ocorreu após denúncias anônimas realizadas à instituição e com base nas informações, os agentes monitoraram e identificaram os acusados. A partir daí, houve o encaminhamento de um relatório ao Ministério Público que solicitou e conseguiu da justiça, mandados de busca e apreensão, cumpridos ontem. Além das aves, foram apreendidas 10 armas de fogo, uma delas conhecida como canhãozinho, 295 munições, quatro animais silvestres mortos, armadilhas, dois rádios comunicadores, três armadilhas e vários apetrechos para recarga de munições. Os três envolvidos detidos em flagrante por posse ilegal de munições e armas de fogo e encaminhados à delegacia de polícia de Jaraguá do Sul.

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