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Morre moradora de rua que ocupava ponto de ônibus como abrigo

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Morreu por volta das 15h30 de ontem (11) e foi enterrada às 9 horas desta terça-feira, a moradora de rua, Silvete do Rocio Santos, 46 anos. Ela foi levada ao pronto atendimento de Corupá, por volta das 11 horas da manhã e, de acordo com o médico que prestou o atendimento, Davi Alejandro Lara, a paciente chegou à unidade semi-inconsciente. Ao site, ele explicou que Silvete apresentava cirrose e acabou falecendo de encefalopatia hepática. A doença é decorrente do não funcionamento do fígado, responsável por absorver as enzinas produzida pelo organismo. Recentemente, ela e o companheiro, Albano Marquardt, protagonizaram uma mobilização da comunidade por ocuparem um abrigo de passageiro no bairro Seminário, como local de morada. Recentemente, a secretaria de assistência social conseguiu alocar o casal num espaço aos fundos do ginásio municipal.

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</a></div><p>Extremamente educada e carinhosa com as pessoas, Silvete, apesar das condições que vivia, era querida pelas pessoas com as quais convivia e no pronto atendimento, por exemplo, recepcionistas e enfermeiras lamentavam muito a sua morte. “Ela sempre era muito educada, tratava todo mundo bem”, disse uma delas. Além do companheiro, Albano, ela tinha quatro filhos e a maioria dos parentes, residia no Paraná. Poucas pessoas compareceram ao velório e o sepultamento foi custeado pela prefeitura municipal de Corupá.</p>
<p>Nós conversamos com o seu Albano, que falou da perda da companheira:</p>
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